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Guilherme Petcov



Fica ou Namora? Eis a questão!

 

Este é um dilema que a maioria dos jovens passa na vida, parece que nos dias de hoje “namorar” é careta ou fora de moda. Dizem que “ficar” é melhor, sem compromisso com a pessoa, às vezes nem o nome você precisa saber. Mas, quando bate aquela
solidão, você está na sua casa, em uma tarde chuvosa, sentindo falta de alguém com você.

O “ficar” preocupa os pais, sentem que seus filhos ficam mais expostos a doenças sexualmente transmissíveis. “Ficando” você pode conhecer até mais de um parceiro por dia, pode analisar com mais calma antes de ter um relacionamento sério. Só que já faz algum tempo que isso está ficando sem controle. Garotas vão para cama com caras que elas conheceram a alguns minutos, sem saber se ele é portador de alguma doença, é só o sexo mesmo.

Namorar às vezes assusta alguns jovens, assumirem uma responsabilidade grande, não apenas curtir as coisas boas de uma relação, mais também os problemas que isso pode acarretar, conhecer os pais do parceiro, viver um estágio que já necessita de amor. Amor, um sentimento que está sendo tão banalizado nos dias de hoje.

Penso que o “ficar” é importante na vida de um jovem, é o momento de conhecer a pessoa antes do “namorar”, mais infelizmente não é essa a idéia da maioria.

 

Foto: httpwww.encantosepaixoes.com.br



- Postado por: João Victor às 16h45
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Como entender um estuprador

 

O estupro é uma dentre as quatro categorias de abuso sexual. Além dele, existem a pedofilia, o assédio sexual e a exploração sexual profissional. Todas provocam o mesmo resultado: necessidade de tratamento tanto dos abusadores, quanto das vítimas. Não é raro ocorrer que a vítima torne-se um abusador no futuro.

 

O estuprador, na maioria das vezes, é uma pessoa angustiada, depressiva e que possui sentimentos de inadequação e insegurança em relação a sua performance sexual.

 

Geralmente são homens. Apresenta fantasia e ao mesmo tempo ódio contra as mulheres. O estupro pode ser causado também, por desvios sexuais como o sadismo ou anormalidades genéticas com tendências à agressividade.

 

“A vítima normalmente é estigmatizada, havendo uma tendência social de acusá-la direta ou indiretamente por ter provocado o estupro. Sente-se impotente até mesmo em delatar o estuprador, que muitas vezes é alguém já conhecido, sentindo-se muito culpada e temerosa de represálias”, afirmou a psiquiatra Ana Paula Veiga. Segundo ela, esse é o fator principal que faz com que grande parte das vítimas tenha medo e vergonha em denunciar seus agressores. 

 

Você pode liga para o Disk Denuncia, a qualquer hora, sem ser identificado.

TELEFONE: 181

 

 

 



- Postado por: Filipe Callil às 12h40
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Abuso sexual infantil

Quando vemos um caso de abuso sexual na televisão certamente nos sentimos indignados com tamanha crueldade. Pois é, nem 10% dos casos são divulgados pela mídia um fato que é “ignorado”, principalmente por causa de possíveis ameaças impostas pelo agressor.

 

Uma criança agredida sexualmente pode sofrer traumas como: depressão ou isolamento de seus amigos e da família, interesse excessivo ou evitação de natureza sexual, temor irracional diante do exame físico entre muitos outro.

 

Na grande maioria dos casos o agressor é conhecido da criança; pais, padrastos, vizinhos, tios ou ate mesmos primos mais velhos são quem normalmente praticam o abuso à criança. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.

 

Muitos pais não sabem com agir diante de tal situação, principalmente por que a criança não conta para eles sobre o que aconteceu. O ideal ao perceber mudanças de comportamento é que os responsáveis pela criança conversem com ela e deixem com que ela conte sobre o ocorrido, mostrando total compreensão e apoio a criança tomando providencias para que isso não ocorra novamente e para que seqüelas sejam curadas, pois o bem estar da criança é a prioridade.

 

Informações tiradas do site Psiq Web

Foto: httpwww.abusosexualinfantil.com



- Postado por: Alex Ogushi às 13h36
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Escola, pais e governo

Sem dúvidas a educação sexual requer a participação de três fontes muito influentes sobre a criança que está entrando na adolescência: a escola, os pais e o governo.

Acredito que o primeiro contato que o jovem deve ter sobre o assunto, é na escola. Lá deve contar com professores que saibam lidar sobre o tema de forma bem didática e evitando ao máximo o constrangimento dos alunos, comum nessa faixa de idade. Deve contar também com materiais didáticos qualificados, como livros ensinando os termos técnicos e práticos do sexo, como as doenças sexualmente transmissíveis (DST) e os métodos anti-concepcionais. Boas palestras com profissionais do assunto também acrescentam muito. O segundo passo deve ser uma conversa dos pais, de forma mais descontraída e apenas reforçando a importância do uso da camisinha e tirando eventuais dúvidas dos filhos.

Nesse tema o governo tem papel fundamental, investindo na educação pública e em campanhas nos diversos meios de comunicação incentivando o uso de preservativos e demais métodos de proteção, bem como o reforço em postos de saúde de profissionais aptos para orientar os jovens e destribuir cada vez mais preservativos gratuitamente.



- Postado por: Bruno Braga às 23h57
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*Esse layout é uma criação exclusiva de Bruno Maximus*