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Votação: - Dê uma nota para meu blog Indique esse Blog Layout Por Guilherme Petcov |
Fica ou Namora? Eis a questão!
Este é um dilema que a maioria dos jovens passa na vida, parece que nos dias de hoje “namorar” é careta ou fora de moda. Dizem que “ficar” é melhor, sem compromisso com a pessoa, às vezes nem o nome você precisa saber. Mas, quando bate aquela
Foto: httpwww.encantosepaixoes.com.br - Postado por: João Victor às 16h45 [ ] [ envie esta mensagem ] Como entender um estuprador O estupro é uma dentre as quatro categorias de abuso sexual. Além dele, existem a pedofilia, o assédio sexual e a exploração sexual profissional. Todas provocam o mesmo resultado: necessidade de tratamento tanto dos abusadores, quanto das vítimas. Não é raro ocorrer que a vítima torne-se um abusador no futuro. O estuprador, na maioria das vezes, é uma pessoa angustiada, depressiva e que possui sentimentos de inadequação e insegurança em relação a sua performance sexual. Geralmente são homens. Apresenta fantasia e ao mesmo tempo ódio contra as mulheres. O estupro pode ser causado também, por desvios sexuais como o sadismo ou anormalidades genéticas com tendências à agressividade. “A vítima normalmente é estigmatizada, havendo uma tendência social de acusá-la direta ou indiretamente por ter provocado o estupro. Sente-se impotente até mesmo em delatar o estuprador, que muitas vezes é alguém já conhecido, sentindo-se muito culpada e temerosa de represálias”, afirmou a psiquiatra Ana Paula Veiga. Segundo ela, esse é o fator principal que faz com que grande parte das vítimas tenha medo e vergonha em denunciar seus agressores. Você pode liga para o Disk Denuncia, a qualquer hora, sem ser identificado. TELEFONE: 181 - Postado por: Filipe Callil às 12h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Abuso sexual infantil
Quando vemos um caso de abuso sexual na televisão certamente nos sentimos indignados com tamanha crueldade. Pois é, nem 10% dos casos são divulgados pela mídia um fato que é “ignorado”, principalmente por causa de possíveis ameaças impostas pelo agressor. Uma criança agredida sexualmente pode sofrer traumas como: depressão ou isolamento de seus amigos e da família, interesse excessivo ou evitação de natureza sexual, temor irracional diante do exame físico entre muitos outro. Na grande maioria dos casos o agressor é conhecido da criança; pais, padrastos, vizinhos, tios ou ate mesmos primos mais velhos são quem normalmente praticam o abuso à criança. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes. Muitos pais não sabem com agir diante de tal situação, principalmente por que a criança não conta para eles sobre o que aconteceu. O ideal ao perceber mudanças de comportamento é que os responsáveis pela criança conversem com ela e deixem com que ela conte sobre o ocorrido, mostrando total compreensão e apoio a criança tomando providencias para que isso não ocorra novamente e para que seqüelas sejam curadas, pois o bem estar da criança é a prioridade. Informações tiradas do site Psiq Web Foto: httpwww.abusosexualinfantil.com - Postado por: Alex Ogushi às 13h36 [ ] [ envie esta mensagem ] Escola, pais e governo Sem dúvidas a educação sexual requer a participação de três fontes muito influentes sobre a criança que está entrando na adolescência: a escola, os pais e o governo. Acredito que o primeiro contato que o jovem deve ter sobre o assunto, é na escola. Lá deve contar com professores que saibam lidar sobre o tema de forma bem didática e evitando ao máximo o constrangimento dos alunos, comum nessa faixa de idade. Deve contar também com materiais didáticos qualificados, como livros ensinando os termos técnicos e práticos do sexo, como as doenças sexualmente transmissíveis (DST) e os métodos anti-concepcionais. Boas palestras com profissionais do assunto também acrescentam muito. O segundo passo deve ser uma conversa dos pais, de forma mais descontraída e apenas reforçando a importância do uso da camisinha e tirando eventuais dúvidas dos filhos. Nesse tema o governo tem papel fundamental, investindo na educação pública e em campanhas nos diversos meios de comunicação incentivando o uso de preservativos e demais métodos de proteção, bem como o reforço em postos de saúde de profissionais aptos para orientar os jovens e destribuir cada vez mais preservativos gratuitamente. - Postado por: Bruno Braga às 23h57 [ ] [ envie esta mensagem ]
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