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Votação: - Dê uma nota para meu blog Indique esse Blog Layout Por Guilherme Petcov |
AIDS Hoje vamos falar desse tema que é sempre abordado. Mas como o foco nele sempre trata das maneiras de prevenção e como se obtém a doença, falaremos sobre o início da história da doença e como ela foi tratada desde lá. A batalha contra a doença começou em 1981, quando houve o primeiro registro com prova clínica da AIDS. Apesar desses 26 anos que correram desde a descoberta até hoje não se descobriu uma cura para a doença. Mas hoje o soropositivo vive num nível bem melhor do que vivia a pessoa doente há 20 anos atrás. Os infectados são tratados com coquetéis de remédios e, podemos nos orgulhar, o Brasil é um dos líderes mundiais no combate a AIDS. Há distribuição gratuita do coquetel no SUS, por exemplo. O continente que mais preocupa é a África, pois lá estão 76% dos infectados pela doença no mundo inteiro. Representa também 70% dos novos casos de doença desde 2001. Hoje a grande preocupação dos médicos são os jovens, pois a doença está crescendo muito entre adolescentes. Os doutores temem que a propagação dos coquetéis deixe os jovens com menos medo da doença, e por conseqüência mais relaxados. Portanto não arrisquem. Usem camisinha e se protejam.
- Postado por: Guilherme Lage às 23h47 [ ] [ envie esta mensagem ] Os Direitos Sexuais Para quem não conhece, existe as Declarações dos Direitos Sexuais, aprovadas durante o XV Congresso Mundial de Sexologia, que aconteceu A sexualidade é uma coisa que você pratica com outra pessoa, envolvendo respeito e conhecimento de ambas as partes. Para uma relação saudável, esses direitos devem ser respeitados por todos. Irei comentar alguns por partes cada um dos direitos, são onze ao todo: Fonte: Site da psicoterapeuta e sexóloga Vera Lucia Vaccari - Postado por: João Victor às 15h14 [ ] [ envie esta mensagem ] Abordagem sobre o aborto Abordagem sobre o aborto
Mais do que uma polêmica, o abordo é um ato presente em diversas sociedades do mundo. Não podemos ignorá-lo, uma vez que este é praticado, anualmente, por 22% das mulheres grávidas. Mas o ponto principal aqui não é discutirmos se o abordo intencional é certo ou errado. Para chegarmos a esse consenso, temos que levar em conta uma seqüência de fatores: se a gravidez foi causada por um abuso sexual ou não, se o pai da criança vai assumir o filho ou se vai abandonar, e mais uma infinidade que condiz com cada indivíduo específico. Por essa razão, antes de tudo, é necessário entender um pouco mais sobre o assunto. O aborto provocado pode ser definido como a morte prematura medicamente induzida de um embrião ou um feto no útero materno. Vários métodos são utilizados para atingir este fim. Na primeira semana de gestação existem os micro-abortos causados por algumas substâncias químicas (alguns contraceptivos) e alguns aparelhos intra-uterinos. Após a implantação do ovo ou zigoto no útero existem os abortos não-cirúrgicos induzidos por drogas como o RU-486, metotrexato e a prostaglandina. Ainda durante o primeiro trimestre recorre-se aos abortos cirúrgicos como a Sucção e a Dilatação e Curetagem (D&C). No segundo e terceiro trimestre recorre-se à Dilatação e Extracção (D&E), injecção salina, injecção intra-cardíaca e aos abortos de nascimento parcial (D&X). Fonte: Site Aldeia Foto: httpwww.cyberprensa.com - Postado por: Filipe Callil às 11h21 [ ] [ envie esta mensagem ] AIDS
Impossível compreender a forma como o ser humano pensa em relação a certas coisas, como o sexo, por exemplo, acredito que todos são conscientes dos riscos de uma relação sexual e dos problemas que podem surgir sem que sejam tomadas as devidas precauções. A aids é uma doença sexualmente transmissiva, causada pelo vírus HIV que entra no organismo humano e pode ficar ali por muitos anos sem apresentar nenhum sintoma ou sinal da doença. Por isso é fundamental fazer um teste ao passar por uma situação de risco, dentre essas situações estão: relação sexual com parceiros eventuais sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis; transfusão de sangue contaminado pelo HIV; filho nascido de mãe portadora do HIV - quando não foi feita a prevenção de transmissão para o bebê - ou que tenha sido amamentado. No caso das gestantes, recomenda-se a realização do teste anti-HIV durante o pré-natal. Os sintomas normalmente não aparecem da mesma forma para todas as pessoas, porem, os primeiros sinais da doença são geralmente semelhantes e comuns a outras doenças. São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares, manchas na pele entre outros. Com o agravamento da doença o sistema imunológico do individuo fica comprometido ficando assim sujeito a novas doenças como tuberculose e pneumonia. Não existe ainda um tratamento para a cura da aids, mas existem métodos que dão ao portador do vírus um período maior de vida. Mesmo com esse tratamento muitos pacientes decidem interromper por ser uma forma mais dolorosa e deprimente de viver, normalmente isso acontece em uma fase já avançada da doença. O uso de preservativo; não compartilhar seringas ou agulhas com outras pessoas; verificar se o sangue recebido em hospitais foi testado contra HIV; são algumas formas de prevenção a aids. Alimentações saudáveis e fazer de cinco a seis refeições diárias em um intervalo não maior que três horas ajuda o portador do vírus HIV, a fazer suas atividades diárias alem de prevenir de problemas de estômago como gastrites e úlceras, que aparecem ocasionalmente por causa do excesso de medicamento ingerido.
Foto: httpblogdojunior.wordpress.com - Postado por: Alex Ogushi às 15h13 [ ] [ envie esta mensagem ] Falta de informação ou irresponsabilidade?
No Brasil, independentemente da classe social, todos desde pequeno sabem no mínimo, que o melhor método de se proteger de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez é com o uso da camisinha. Essa informação sempre foi massificada pela mídia, de modo que não há como desconhecê-la, mesmo se o adolescente não freqüente uma boa escola ou não tenha uma conversa sobre isso com os pais. Em quase 20 anos de vida ouvi muitos casos de amigos ou conhecidos, no geral de classe média e com todo acesso à informação, que acabaram não usando camisinha em uma transa simplesmente para não quebrar o clima do momento ao colocá-la ou por acreditarem que fazer sem é melhor. Isso é completamente compreensível se tratando de um parceiro fixo, desde que o casal tenha o acompanhamento médico necessário. O problema é quando ocorre com pessoas desconhecidas. Pode ser em uma festa, viagem, etc. Não tem como saber se a pessoa é portadora de alguma doença ou não. Agora a questão é: Será que AIDS, DSTs e gravidez precoce acontecem por fatores sócio-econômicos e falta de informação ou também por causa da irresponsabilidade no ato sexual? Acredito muito que a segunda opção é a que predomina. Foto: httpwww.terra.com.brsaudeaidsgraficoscamisinha1.gif - Postado por: Bruno Braga às 23h29 [ ] [ envie esta mensagem ]
*Esse layout é uma criação exclusiva de Bruno Maximus*
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