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Guilherme Petcov



Tire suas dúvidas com quem entende do assunto

 

A primeira visita ao ginecologista costuma ser motivo de muita apreensão para as adolescentes. Significa, em parte, assumir que se é mulher, e não mais criança. Decisão muitas vezes tomada pelas mães e não pela menina.

 

O momento certo para a primeira visita ao ginecologista é aquele em que a adolescente manifesta vontade de consultar um especialista. Pode ser gerada por alguma queixa ginecológica, ou por alguma dúvida não esclarecida com seus pais.

Esta manifestação acontece quando a menina pretende iniciar sua vida sexual e deseja saber mais sobre anticoncepção. Na maioria das vezes, elas vão sozinhas. Se possível, preferem a companhia de uma amiga. Na primeira visita ao ginecologista de uma menina ainda virgem, não se faz exame ginecológico completo. É feita uma entrevista, seguida de exame clínico e observação dos caracteres sexuais secundários.

 

As principais razões que levam uma menina ao ginecologista pela primeira vez, são: as inseguranças em relação às mudanças do corpo, o ciclo menstrual, questões sobre sexualidade, higiene íntima, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), AIDS entre outros.

 

É importante não marcar consultas durante o período menstrual, pois dificultará o exame. Fazer uma higiene adequada, mas sem exageros, é essencial. Para que o médico possa ajudar a solucionar os problemas, é necessário responder calmamente as perguntas durante a consulta.

 

 



- Postado por: Alex Ogushi às 12h34
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Doenças sexualmente transmissíveis (parte 2)

Retomada e finalização dos tipos de DSTs.                                  

Papilomavírus – É um vírus que pode ser transmitido à mulher pelo homem sem que ele manifeste sintomas. A doença é conhecida popularmente como “crista de galo”. São como verrugas que aparecem nos genitais. Nas mulheres, o vírus pode permanecer inerte durante anos, ativando-se em momentos de baixa imunidade.

Herpes genital – É outra DST para qual não existe cura. Provoca coceira no pênis, seguida do aparecimento de pequenas bolhas, que desaparecem depois de um certo período. Manifestam-se de tempos em tempos, dependendo das condições do sistema imunológico do portador.

As estatísticas mostram que a incidência de DSTs está em ascensão. Em um trabalho avançado no morro do Pau da Bandeira (Rio de Janeiro), foram entrevistados 142 adolescentes do sexo feminino (84,0%) e 27 do sexo masculino (16,0%). Constataram que, dos 169 adolescentes estudados, 157 (92,9%) já tinham ouvido falar de DSTs. A grande maioria dos adolescentes (78,7%) reconheceu pelo menos uma via de transmissão das DSTs, sendo citadas: via sexual (97,7%), via sangüínea (17,3%) e uso de drogas (12,8%).

É assustador que, mesmo com tanta informação por parte dos adolescentes, a incidência das doenças crescem cada vez mais. E isso com acesso fácil que temos a um preservativo, como a camisinha.

Fonte: http://www.scielosp.org/

  



- Postado por: Bruno Braga às 23h49
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